Avanços dos projetos do MBC são apresentados em Assembleia Geral

Ativo 1 03 Maio, 2021

As ações realizadas pelo Movimento Brasil Competitivo em 2020 e o planejamento da organização para este ano foram apresentados aos associados do MBC na quinta-feira, 29, durante a 24ª Assembleia Geral Ordinária. Apesar de um ano de pandemia e de muitos desafios, os resultados alcançados pelo MBC foram considerados positivos por conselheiros e associados para o enfrentamento dos problemas nacionais.

A diretora executiva do MBC, Tatiana Ribeiro, explicou como a organização colaborou para ajudar o Brasil a enfrentar a crise gerada pela pandemia. “O MBC se colocou à disposição de estados e municípios para auxiliar no enfrentamento à crise da Covid-19. Apoiamos, por exemplo, o estado de São Paulo na gestão da resposta à pandemia. Foram diversas iniciativas, como soluções para logística e estoque de testes e monitoramento do desenvolvimento da pandemia no estado”, explicou.

Outro tema que segue na pauta de 2021 é o combate ao custo Brasil, projeto estratégico com o Ministério da Economia que vem avançando. Na segunda etapa do trabalho, foram realizados mapeamento, classificação e avaliação de mais de mil propostas para a elaboração de ações de governo que possam impactar o custo Brasil. Desse total, 542 estão em análise, 215 implementadas ou em fase de implementação. Os impactos dessas proposições também foram estimados. Se implementadas em sua totalidade, essa agenda tem o potencial de reduzir R$ 714 bilhões do custo Brasil.

Além disso, como ação no Congresso Nacional, a diretora destacou que o MBC fará a secretaria executiva da Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo, que defende, entre outras iniciativas, a retomada das discussões da reforma Tributária. A Frente deverá ser lançada nos próximos meses.

Entre os projetos realizados em 2020 está ainda a entrega da reforma administrativa da Câmara dos Deputados. Um dos resultados principais foi uma proposta de redução de seis para três níveis hierárquicos, a automação de processos e a extinção de mil cargos efetivos, o que deve gerar uma economia de R$ 440 milhões ao ano. A proposta ainda deverá entrar na pauta de votação da Casa.

Outro destaque na reunião foi o projeto para melhoria de gestão realizado em conjunto com o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, entregue no ano passado. As mudanças sugeridas pelo projeto preveem um aumento de 35% de celeridade dos processos que estão tramitando em primeira instância. O presidente do Conselho Superior do MBC, Jorge Gerdau, destacou a importância desse projeto como um benchmark para o setor judiciário brasileiro. “O trabalho que foi feito em São Paulo pode ser replicado no Brasil inteiro. É um ponto altamente significativo em benefício da sociedade”, destacou Gerdau.

No âmbito da transformação digital, Tatiana Ribeiro explicou que a organização vê essa agenda como um olhar para o futuro e uma oportunidade de aumento de produtividade. “Para os próximos anos, queremos avançar para que todos os estados e capitais tenham estratégias de governo digital, com uma estrutura que traga mais eficiência para o setor público”, afirmou a diretora.

Para Emilio Loures, diretor de Políticas Públicas da Intel, empresa associada ao MBC, a transformação digital é um tema muito importante porque está diretamente ligada à competitividade do país. “Cada vez mais as cadeias globais de valor são movidas a dados, então esse é um indicador importantíssimo. Temos que mostrar os nossos projetos de transformação digital que deram certo, para trazer visão para a importância dessa mudança”, ressaltou Loures.

Entre as prioridades destacadas para 2021, está a implementação de comitês temáticos sobre educação e ESG com participação de associados. Para Fabiano Carvalho, representante da Telefônica no encontro, a importância do debate sobre educação aliada à transformação digital ficou ainda mais evidente após a pandemia. “O hiato digital no setor educacional ficou ainda mais evidente com a pandemia. Precisamos tentar recuperar esse tempo perdido e qualificar os nossos jovens, que ainda estão muito distantes das habilidades digitais para se inserir nesse mundo tão competitivo que temos hoje”, afirmou Carvalho.

O diretor executivo do MBC, Romeu Neto, apresentou uma nova área de na organização, a de compliance. Segundo Neto, o MBC já seguia os parâmetros de transparência, mas agora está olhando mais formalmente para a área de integridade, com revisão dos manuais e estatutos internos. “Temos trazido elementos da regulamentação norte-americana que faz um trabalho transnacional em todo o mundo e nosso desafio é termos um esboço do manual já para o segundo semestre deste ano”, afirmou Romeu.

O presidente do Conselho Superior, Jorge Gerdau, finalizou a reunião explicando como o MBC está conseguindo ampliar significativamente seus quatro pilares: a redução do custo Brasil, a transformação digital, a melhoria da governança e gestão pública, e a melhoria da qualidade da educação. “O apoio e a participação da experiência dos nossos associados são extremamente importantes para dar o suporte para que possamos continuar, e aprimorar as nossas atividades”, afirmou.

Assessoria de Comunicação Social do MBC

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