Agenda climática deve ser pauta para o país

Ativo 1 12 dezembro, 2022

Foto: Tiago Mendes

Desenvolver o Brasil de forma sustentável e responsável, para geração de impactos positivos a curto, médio e longo prazos em todos os contextos pautou as discussões no painel Economia Verde e o futuro do país, que esteve na programação do Congresso Brasil Competitivo 2022: Brasil e a Nova Ordem Global, promovido pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC) e realizado em São Paulo, na última quinta-feira, 8 de dezembro.

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, fez a abertura do debate. Participaram das discussões Fabio Galindo, CEO da Future Carbon Group, e Rogério Zamprona, CEO da Prumo. Com a moderação de Guilherme Xavier, da Oliver Wyman, as lideranças debateram os problemas e as soluções para instituir uma agenda política coesa e sólida para aprovar mudanças profundas na agenda ambiental.

Como destravar o potencial do Brasil? A resposta foi contextualizada por Fabio Galindo, CEO da Future Carbon. “O Brasil tem muitas condições de oferecer produtos sustentáveis e ter uma agenda climática séria e genuinamente comprometida para desenvolver ações eficazes, mas para destravar todo o potencial do país é fundamental romper paradigmas sociais e abraçar a pauta com propósito e consistência”, destacou.

No documento 12 Compromissos Para Um Brasil Competitivo, a agenda de propostas construídas a partir da visão do setor produtivo e da sociedade civil organizada para reduzir o Custo Brasil e fazer com que o país acelere a trajetória rumo ao desenvolvimento, de maneira justa, sustentável e inclusiva, propõe o avanço das políticas públicas de promoção da sustentabilidade e melhoria das regulações ambientais.

“Gestão fiscal responsável e permanente, permite novos investimentos em diversas áreas da nossa economia e é esse cuidado com a saúde das nossas finanças que proporciona a implantação de políticas públicas efetivas e nos coloca entre os estados mais competitivos do Brasil”, afirmou o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande. Ele observou ainda a criação do consórcio de governadores pelo clima. “Os estados precisam trabalhar para recuperar áreas verdes e estamos percorrendo este caminho juntos rumo à economia verde e sustentável”.

“Temos tecnologia madura suficiente para uma matriz energética, que é fruto de uma trajetória e investimentos, que nos asseguram energia renovável. A agricultura de baixo carbono já é uma realidade. E temos potencial para contribuir com outras nações para cumprirem suas metas ambientais”, pontuou o moderador.

Rogério Zampronho, CEO da Prumo, enfatizou o potencial brasileiro na pauta ambiental. “A transição energética permite diversas estratégias de atuação relevante e coloca o Brasil no mapa geopolítico global de oportunidades de forma muito efetiva”.

Assessoria de Comunicação do MBC

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