Medidas para melhorar capacidade competitiva dos estados são discutidas em encontro

Ativo 1 25 novembro, 2019

A diretora executiva do Movimento Brasil Competitivo, Tatiana Ribeiro, participou no dia 23 de novembro do 2º Encontro Nacional de Liderança e Gestão Pública do CLP. Durante o painel Políticas Públicas Baseadas em Evidências: um caminho para a competitividade do país, Tatiana apresentou o trabalho que o MBC está realizando em conjunto com o Ministério da Economia para a redução do custo Brasil. Também participaram das discussões a diretora executiva do CLP, Luciana Tavares, que apresentou o Ranking de Competitividade dos Estados 2019, e o secretário de estado de Planejamento, Gestão e Patrimônio de Alagoas.  

Tatiana Ribeiro explicou durante o debate que o Programa de Melhoria Contínua da Competitividade, que será lançado em conjunto com o Ministério da Economia, prevê o estabelecimento de um canal centralizado de comunicação, por meio de ferramenta online. O objetivo é que através dela o governo federal receba as propostas de políticas públicas e soluções para a melhoria do ambiente de negócios por parte de organizações do setor privado. “Nossa metodologia é priorizar as medidas que tenham mais impacto e legitimidade”, disse Tatiana.  

A diretora do MBC explicou também que o projeto busca criar mais uma ponte de interação entre os setores público e privado. “Estamos em um momento extremamente polarizado no país, em que o que falta é o diálogo, criar pontes. A partir do momento que temos interação, vamos conseguir avançar em ter políticas públicas muito mais eficientes. O objetivo geral é ter um impacto público e conseguir gerar valor para a sociedade como um todo”, afirmou Tatiana.  

Luciana Tavares, diretora executiva do Centro de Liderança Pública (CLP), apresentou o Ranking de Competitividade dos Estados 2019, lançado pelo CLP no final de outubro, e reafirmou a importância de serem criados projetos para a melhoria da competitividade. O ranking calcula dez pilares que medem a competitividade no Brasil, como educação, segurança sustentabilidade ambiental e social e potencial de mercado, para avaliar o nível de capacidade de competição dos estados brasileiros. “A provocação do ranking é como a gente consegue num ambiente tão complexo como a administração pública criar desenvolvimento de uma forma integrada”, explicou. 

Luciana apresentou dados do ranking que demonstram que o Brasil avançou na competitividade, mas ainda tem um longo caminho a percorrer. Entre os aspectos que melhoraram de 2018 para 2019, estão o abastecimento de água, que teve melhora em 19 estados, e uma queda das mortalidades precoce e materna em todos os estados.  

Assessoria de Comunicação Social do MBC