Futuro da tecnologia de inovação no Brasil é discutido em Congresso

Ativo 1 29 agosto, 2019

O futuro da tecnologia de inovação no Brasil foi discutido nesta quarta-feira, 28, no 3º Congresso Pacto pelo Brasil, organizado pelo Observatório Social do Brasil. A diretora executiva do Movimento Brasil Competitivo (MBC), Tatiana Ribeiro, debateu as ações necessárias para a transformação digital do país ao lado do diretor regional do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Maurício Pazini, da arquiteta no iCities – Smart Cities Solutions, Juliana Palácios, e do presidente da Micropower, Francisco Soelt. 

A diretora executiva do MBC afirmou que a digitalização da economia é uma tendência mundial e um caminho sem volta. “Não existe outro caminho senão a digitalização da economia. E estamos falando de uma nova economia em que a tecnologia é um habilitador para todos os outros eixos. Ela tem um potencial gigantesco para ampliar a eficiência, a educação e a transparência”, disse Tatiana Ribeiro. 

Nesse sentido, Tatiana destacou as ações do Movimento Brasil Competitivo para ajudar na transformação digital e digitalização da economia. Entre elas estão a estruturação do Manifesto Brasil Digital, entregue em 2016 para os ministros da Casa Civil e do MCTIC, e o auxílio na construção da Frente Parlamentar de Economia Digital. “Nesses três anos, a gente tem bastante orgulho de poder constatar que o MBC foi um ente importante na contribuição de construção de políticas de longo prazo no governo”, afirmou.  

A diretora ressaltou ainda que as tecnologias representam uma oportunidade muito grande e que é preciso aproveitar o momento da política brasileira para emplacar essas pautas. “Tem uma série de novas tecnologias que estão nascendo e a gente ouve falar, como a internet das coisas e a indústria 4.0. São novos cenários que precisam de um ambiente bastante habilitado aqui dentro do país para que a gente consiga avançar”, afirmou Tatiana. 

Juliana Palácios, arquiteta do iCities, falou durante o painel sobre a importância de o Brasil formar cidades inteligentes. Segundo os dados apresentados, o país é o 5º maior no mundo e, até 2047, deve ter mais de 236 milhões de habitantes. “Juntamente com o aumento da população, aumentam os desafios na saúde, abastecimento, desenvolvimento econômico e sustentabilidade. O conceito de cidades inteligentes parte de analisar a realidade e como trazer soluções para ela”, explicou Juliana.  

O diretor regional do MCTIC, Maurício Pazini, apresentou o foco e as principais ações do ministério para ajudar na transformação digital brasileira. Segundo Pazini, uma das estratégias que estão sendo utilizadas é a de privilegiar a implantação de tecnologias disruptivas de interesse da sociedade brasileira. “Para que possamos fazer isso, temos que diminuir a resistência de quem não deseja essas tecnologias porque não quer que o mundo mude”, disse Pazini. 

Assessoria de Comunicação Social do MBC

Fotos por Bruno Toski