“Como vantagem, eu destacaria principalmente a troca de experiências, o convívio com os empresários, o conhecimento das práticas desenvolvidas pelas empresas e a oportunidade de aprender e renovar o conhecimento”, afirma. Em 2009, João Luiz Borges de Araújo teve a oportunidade de participar do ciclo nacional do Prêmio sendo avaliador em Minas Gerais.
Ele comentou que “essa experiência de ser avaliador em outro Estado demonstra o reconhecimento do Sebrae em relação ao meu trabalho e abre outras possibilidades de troca de experiências e aprendizado”. O voluntário ainda ressalta que essa atuação desenvolvida para o MPE Brasil interfere de maneira positiva em sua carreira. “É gratificante saber que posso contribuir para o desenvolvimento empresarial do Espírito Santo”, observa.
Para a consultora do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), instituição que integra o Sistema Indústria, Selma Quintino, que participa do Prêmio MPE Brasil desde o início, a experiência também está sendo muito boa. Ela ressalta que divulgar os conhecimentos em relação à qualidade e à gestão é gratificante, além de ser muito importante para empresários de micro e pequeno portes. “Todo esse trabalho como avaliadora voluntária do MPE Brasil é uma troca, pois eu tenho a oportunidade de ensinar e aprender através do contato com os empresários”, afirma Quintino.
Selma Quintino ainda destaca que os executivos que passam pelas avaliações do MPE Brasil agregam muitos conhecimentos e conseguem enxergar o próprio negócio com outros olhares. “Trabalho com qualidade há um bom tempo e é muito interessante acompanhar empresas pequenas que implantaram controles de qualidade e excelência de maneira simples, sem conhecer as normas técnicas e de acordo com a capacidade de cada empresário. Isso demonstra o empenho dessas empresas para se modernizarem”, ressalta a consultora.
