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| Luiz Carlos Barboza: “Pedagogia do exemplo” |
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| Carlos Alberto: “Mais competência para gerir um negócio” |
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| Pedro Bittar: “Impulso enorme à economia goiana” |
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| Iriz Rezende: “Valorização das pequenas empresas” |
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| José Carlos Siqueira: “Goiás no caminho do desenvolvimento” |
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Lorranne Tavares - Goiânia
O primeiro ciclo do Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas em Goiás foi muito comemorado durante solenidade de premiação, na noite de ontem (12/12), na sede do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae em Goiás). Tamanha satisfação se deve aos anos de tentativas em promover aqui este prêmio que já tem reputação nacional em outros 22 Estados. Porém, o entusiasmo também se justifica por sua metodologia abrangente e dialética.
“Ele tem a pedagogia do exemplo”, afirmava, durante cerimônia, o diretor técnico do Sebrae Nacional, Luiz Carlos Barboza. “Ele funciona como alavanca impulsionando nossas empresas para o sucesso”, dizia a coordenadora do Prêmio, Magda de Paula. “Permite uma leitura das empresas goianas que se esforçam pela competitividade”, analisava o Secretário de Planejamento do Estado de Goiás, José Carlos Siqueira. Para o presidente da Associação Comercial e Industrial do Estado de Goiás (Acieg) e do Movimento Goiano de Competitividade (MGC), Pedro Bittar, “o Prêmio dará um impulso enorme à economia goiana”.
Mas o discurso central que demonstra a importância desse Prêmio para o Estado é o mesmo que o lançou em agosto deste ano: “O Prêmio em que todos ganham”. Essa vertente foi muito defendida pelo gestor do projeto pelo Sebrae em Goiás, Israel Witicovski: “A partir do momento em que o empresário já se inscreve, é porque está procurando melhorar seu negócio, isto é, ele já é um vencedor por procurar evolução”. Os inscritos respondiam a um questionário de auto-avaliação nas empresas sobre gestão e empreendedorismo. Ao final, todos eles recebiam um relatório sobre a realidade de sua empresa nesses dois pontos. Assim, têm a chance de trabalhar as falhas e melhorar as conquistas, independente se forem os campeões.
Carlos Alberto Guimarães lembrou que a empresa, seja de qual porte, precisa de profissionalismo: “Não é só o olho do dono que engorda o boi. Hoje, é preciso um olhar mais competente para gerir um negócio”. A entrada de Goiás neste circuito promete representar muito para a economia local. “Este é um momento ímpar para o nosso Estado”, acredita Magda. “Nós precisávamos de representantes da economia goiana na etapa nacional”, afirma o diretor técnico do Sebrae Nacional.
Evolução
Como presidente do MGC, Pedro Bittar ressaltou o marco que o Prêmio pode se tornar na evolução da economia de Goiás. Ele o considera um momento de mudança no cenário, assim como foram outros grandes marcos como a nova política de incentivos fiscais do programa Fomentar na década de 80 e a segunda reforma tributária goiana nos anos 90. Na década de 60, como foi lembrado por ele, Goiás era a penúltima economia do País, perdendo somente para Sergipe. Cerca de 30 anos depois, já atingia um saldo de exportação estimado em 3 bilhões de dólares por ano.
Com exemplos de empresas goianas que começaram micro e pequenas – Friboi, Arisco, Cifarma e Teuto –, mostrou a todos que competitividade é possível, desde que se pense em gestão e empreendedorismo com competência. “O desafio agora está em nos tornarmos excelentes gestores de negócios. Temos que começar isso na base, na microempresa”.
Serviço:
Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas
Troféus Mérito Empresarial
Unidade de Projetos de Desenvolvimento da Indústria: (62) 3250-2211
Agência Sebrae de Notícias: (62) 3250-2268
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