

Em sua 6º edição, o Realce Empresarial vai reconhecer mais uma vez as empresas de pequeno porte que buscam a adoção de boas práticas de gestão
O novo ciclo tem início com uma meta desafiadora: superar o expressivo número de 3.617 empresas inscritas registrado na edição passada. “Estamos iniciando um levantamento de todas as empresas participantes do Prêmio Realce, desde a primeira edição, para iniciar o processo de divulgação e mobilização na capital e no interior”, afirma o coordenador do núcleo de educação do Sebrae/BA, Júlio Chompanidis.
Segundo ele, o aprendizado proporcionado pela iniciativa impulsiona a economia baiana, através da criação de bases sólidas que promovem a sustentabilidade das pequenas empresas. “O maior benefício que o Prêmio trouxe para o meu empreendimento foi a consultoria”, destaca Nélia Maria Veiga Bulhões, fundadora e sócia da Escola da Criança Ativa e Colégio Matisse, localizada no município baiano de Jequié e vencedora da categoria “Educação”, em 2005.
Resultado de uma parceria entre o Sebrae Bahia, Grupo Gerdau, Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e Associação Baiana para Gestão Competitiva (ABGC), o Prêmio Realce Empresarial se consolidou como referência no incentivo das boas práticas de gestão no estado.
Grandes organizações, a exemplo da Gerdau, que abriu suas portas como uma pequena fábrica de pregos e hoje é uma das maiores siderúrgicas do mundo, tiveram seus êxitos fundamentados em uma filosofia empresarial que busca, entre outros aspectos, a excelência na gestão. O Realce tem como missão estimular esse tipo de atitude, para que líderes e colaboradores de pequenas empresas também construam novas histórias de sucesso.
