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Relatório Focus
Resumo Semanal
10 a 14/04/17

Crescimento

  • Nova redução na margem das projeções para o crescimento do PIB em 2017, de 0,41% para 0,40%;
  • Segue estável a projeção para o crescimento do PIB em 2018, que seria de 2,50%;
  • Produção industrial cresceria 1,26% neste ano, contra 1,20% projetados na última semana;
  • Já em 2018, expectativas do mercado são de crescimento de 2,28% na produção industrial, contra 2,19% esperados na última semana.

 

Inflação

  • Nova redução nas expectativas de mercado para a inflação nesse ano, de 4,09% para 4,06%;
  • Nova queda também na inflação esperada para o próximo ano, de 4,46% para 4,39%.

 

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros

  • Permanece constante a taxa de câmbio esperada ao fim deste ano, que seria de R$/US$ 3,23;
  • Para o próximo ano, taxa de câmbio esperada é maior e retorna a patamar de quatro semanas atrás, passando de R$/US$ 3,37 para R$/US$ 3,40;
  • Taxa Selic esperada tanto ao fim de 2017 quanto ao fim de 2018 se igualam em 8,50%.

 

Notícias do Mercado

  • O Comitê de Politica Monetária – Copom optou por reduzir a taxa de juros em 1,00 ponto percentual, de 12,25% para 11,25% ao ano. Conforme apontado em seu comunicado oficial, essa intensificação do ritmo de flexibilização em relação a janeiro e fevereiro (quando a Selic tinha recuado 0,75 p.p.) foi definida como “adequada”. O comitê destacou a visão de que a atividade econômica se estabilizou no curto prazo e que houve consolidação da desinflação dos itens mais sensíveis ao ciclo econômico. O Copom também destacou a aprovação e a implementação de reformas e para a importância dessas para a determinação da taxa de juros estrutural;
  • Devido à revisão metodológica da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) a partir deste ano, os resultados de vendas do varejo em janeiro apresentaram forte elevação na margem, ao contrário da queda mostrada em sua primeira divulgação. As vendas reais do comércio varejista restrito recuaram 0,2% entre janeiro e fevereiro, já descontados os efeitos sazonais, de acordo com a PMC divulgada na última semana pelo IBGE. Devido à mudança metodológica da pesquisa, o dado de janeiro deste ano, por exemplo, foi revisto de uma queda de 0,7% para uma alta de 5,5%. Na comparação com janeiro de 2016, as vendas caíram 3,2%. A queda acumulada nos últimos doze meses é de 5,4%.  A revisão metodológica consistiu no aumento da amostra das empresas pesquisadas, na mudança do ano base da pesquisa de 2011 para 2014 e na adoção de novas ponderações para as empresas;
  • O resultado da produção industrial em fevereiro foi negativo em cinco das catorze regiões pesquisadas, resultando em relativa estabilidade da atividade industrial do País no período. As variações negativas na produção industrial mensal foram verificadas em Pernambuco (-7,8%), Pará (-4,1%), Espírito Santo (-3,9%), Amazonas (-1,1%) e Ceará (-1,0%). Em contrapartida, houve crescimento na Bahia (2,8%), Santa Catarina (2,8%), Rio de Janeiro (2,2%) e Rio Grande do Sul (2,2%). Na comparação interanual, as maiores altas foram verificadas nos estados do Amazonas (5,48%), Santa Catarina (4,05%) e Paraná (4,01%).
 
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