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Relatório Focus
Resumo Semanal
27/02 a 06/03/17

Crescimento

  • Após duas semanas sem alterações, mercado ajusta levemente projeção para crescimento do PIB neste ano, de 0,48% para 0,49%;
  • Sobe também projeção para PIB em 2018, de 2,37% para 2,39%;
  • Expectativas para a indústria neste ano não se alteram, e crescimento esperado fica em 1,09%;
  • O resultado da produção industrial em 2018 deve ser menor, projetado em 2,19%, ante 2,28% na última semana.

 

Inflação

  • Após 8 semanas de queda, pausa na redução nas expectativas de inflação para esse ano.  O IPCA projetado permanece em 4,36%;
  • Inflação esperada para 2018 também permanece constante em 4,50%;
  • Queda na inflação projetada para preços administrados, tanto para 2017 (de 5,61% para 5,50%) quanto para 2018 (de 4,65% para 4,60%).

 

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros

  • Taxa de câmbio segue projetada em R$/US$ 3,30 ao fim deste ano, e R$/US$ 3,40 ao fim de 2018;
  • Após reajuste na última semana, previsões para taxa de juros Selic seguem constantes, tanto para 2017 (9,25%) quanto para 2018 (9,00%).

 

Notícias do Mercado

  • Banco Central divulga ata de sua reunião de política monetária, aumentando a probabilidade de intensificação no ritmo de flexibilização monetária. Mercado segue esperando nos próximos meses um corte ainda acentuado na taxa de juros de referência – Taxa Selic.  Segundo o BC, as próximas decisões serão pautadas, principalmente, pelo desempenho da atividade econômica e das expectativas de inflação, em particular para 2018. No último dia 22, mantendo o mesmo ritmo de redução dos juros da reunião anterior, o Comitê de Política Monetária – COPOM – reduziu 0,75 p.p. na taxa Selic. Com isso, a taxa de juros recuou de 13,00% para 12,25%;
  • A taxa de desemprego no Brasil atingiu 12,0% no último trimestre de 2016, resultado 3,1 pontos percentuais acima do observado no mesmo período de 2015, conforme divulgado pela Pnad Contínua trimestral do IBGE. A elevação da taxa de desemprego ocorreu em todos os estados brasileiros, de forma mais intensa nas regiões Norte e Nordeste. A maior elevação foi verificada no Norte, cuja taxa de desemprego subiu de 8,6% para 12,7% no período. No mesmo sentido, houve alta de 3,9 pontos percentuais no Nordeste, levando a taxa de desemprego a alcançar 14,4%. Essas duas regiões registraram a maior queda da massa de rendimentos, de 6,2% no Norte e 5,0% no Nordeste. A taxa de desemprego no Centro-Oeste alcançou 10,9% no quarto trimestre do ano passado, enquanto a massa de rendimentos recuou 0,5%. Por fim, no Sudeste e Sul, os ajustes foram mais moderados em 2016. Mesmo assim, a taxa de desemprego no Sudeste passou de 9,6% para 12,3% e no Sul subiu de 5,7% para 7,7%. A massa de rendimentos, por sua vez, recuou 1,8% no Sudeste e ficou praticamente estável no Sul, subindo 0,2%.
 
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