Movimento Brasil Competitivo



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Glossário
Relatório Focus
Resumo Semanal
10 a 14/07/17

Crescimento

  • Após queda na última semana, resultado esperado para a atividade econômica neste ano permanece constante. O crescimento projetado para o PIB em 2017 é de 0,34%;
  • Para 2018, expectativas para o PIB também seguem no mesmo patamar da última semana, de 2,00%;
  • Otimismo em relação à indústria permanece presente e projeção resultado do setor sobe pela terceira semana consecutiva. O crescimento esperado para o setor em 2017 é de 0,97%;
  • Para o próximo ano, mercado mantém expectativas constantes em crescimento de 2,30%.

 

Inflação

  • Inflação esperada pelo mercado segue em queda. A projeção para esse ano passou de 3,38% para 3,29%;
  • Projeção de inflação para o próximo ano também cai, de 4,24% para 4,20%;
  • Inflação esperada para preços administrados em 2017 cai para 5,00%, e permanece constante em 4,70% para 2018.

 

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros

  • Taxa de câmbio esperada para este ano cai, passando de R$/US$ 3,35% para R$/US$ 3,30%;
  • Taxa de câmbio ao fim de 2018 segue projetada em R$/US$ 3,45;
  • Taxa Selic esperada em 2017 é menor, tanto a meta para o fim do ano – de 8,25% para 8,00% – quanto a média do período – de 10,22% para 10,16%;
  • Para 2018, a taxa Selic prevista (tanto a média do período quanto a meta esperada ao final do ano) fica em 8,00%.

 

Notícias do Mercado

  • O volume de vendas no varejo caiu 0,1% em maio, na comparação com o mês imediatamente anterior, de acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE. Na comparação com maio de 2016, o setor cresceu 2,4%. Esse é o segundo resultado positivo, nesse tipo de comparação. A queda acumulada do volume de vendas do setor em 2017 é de 0,8%. Nos últimos 12 meses, o resultado é de -3,6%.  Em relação à receita nominal, ela subiu 0,2% em maio, na comparação com abril. No confronto com maio de 2016, a receita nominal do varejo cresceu 3,1%. No ano até maio, as vendas do varejo ampliado recuaram 0,6% e, em 12 meses, caíram 5,2%;
  • O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) encerrou o quinto mês do ano apresentando queda de 0,51% em relação a abril. Na comparação com maio de 2016, o índice avançou 0,05%, de acordo com dados dessazonalizados. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central do Brasil é um indicador criado para tentar antecipar o resultado do Produto Interno Bruto do país, representando um parâmetro preliminar da evolução da atividade econômica brasileira. A queda apresentada pelo indicador reforça a expectativa de resultado negativo para o PIB no segundo trimestre do ano. O cálculo do IBC-Br também auxilia a autoridade monetária a definir a meta da taxa básica de juros da economia, a Taxa Selic (Fonte: Advfn.com);
  • O setor de serviços cresceu 0,1% entre abril e maio, já feitos os ajustes sazonais, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada pelo IBGE. O resultado positivo refletiu a elevação de 2,4% dos serviços profissionais, administrativos e complementares e de 0,5% nos serviços prestados às famílias. Apesar do crescimento registrado em maio, a atividade do setor caiu 4,4% no ano de 2017. Na comparação com maio de 2017, a queda foi de 1,9%. A receita nominal do setor cresceu 0,3% entre abril para maio, e 0,4% nos últimos doze meses.
 
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