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Relatório Focus
Resumo Semanal
29/05 a 02/06/17

Crescimento

  • Após resultado positivo de crescimento no primeiro trimestre, as projeções para o PIB em 2017 sobem na margem, e voltam a apontar crescimento de 0,50%;
  • Para 2018, por sua vez, projeções para o crescimento da atividade são menos otimistas, e passam de 2,48% para 2,40%;
  • Queda também nas projeções para a indústria neste ano. Crescimento antes projetado em 1,30% passa para 1,09%;
  • Para 2018, projeção fica estável em crescimento de 2,50%.

 

Inflação

  • Após alta na última semana, projeção para inflação nesse ano volta a cair, passando de 3,95% para 3,90%;
  • Para o próximo ano, expectativas para inflação não se alteram, permanecendo em 4,40%.

 

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros

  • Nova alta da taxa de câmbio esperada neste ano, de R$/US$ 3,25 para R$/US$ 3,30;
  • Taxa de câmbio projetada para próximo ano também é maior, passando de R$/US$ 3,37 para R$/US$ 3,40;
  • Não há alterações nas projeções do mercado para a Taxa Selic, tanto neste ano quanto no próximo, que seria de 8,50%.

 

Notícias do Mercado

  • Segundo a Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física (PIM-PF) produzida pelo IBGE, a produção da indústria brasileira cresceu 0,6% em abril, depois de recuo de 1,3% um mês antes (dado revisado), já feitos os ajustes sazonais. É o resultado mais positivo para abril desde 2013, quando houve crescimento de 0,9%. Na comparação com abril de 2016, a produção industrial caiu 4,5%, após avançar 1,4% em março (dado revisado), queda mais intensa desde outubro de 2016 (-7,5%). De janeiro a abril, a indústria teve queda de 0,7%. Nos 12 meses encerrados em abril, a queda apresentada foi de 3,6%. Entre março e abril, a produção de bens de capital subiu 1,5%, a de bens intermediários aumentou 2,1% e a de bens duráveis avançou 1,9%, mas a de bens semi e não duráveis diminuiu 0,8%;
  • O PIB – Produto Interno Bruto – brasileiro cresceu 1,0% no primeiro trimestre deste ano em relação ao último trimestre de 2016, segundo dados divulgados pelo IBGE. Esse resultado foi ligeiramente maior que a média das projeções de especialistas. A expansão do PIB no período foi impulsionada principalmente pelo crescimento de 13,4% no setor agropecuário, enquanto a indústria registrou uma alta de 0,9% e os serviços ficaram estáveis. Pela ótica da demanda, o consumo das famílias caiu 0,1% na mesma comparação, ante retração de 0,5% no trimestre anterior, enquanto a formação bruta de capital fixo manteve o ritmo de queda, ao contrair 1,6%. Sobre o setor externo, registrou-se avanço de 4,8% das exportações e de 1,8% das importações;
  • O saldo da balança comercial brasileira foi positivo em US$ 7,7 bilhões em maio, de acordo com os dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Esse resultado é equivalente a um superávit de US$ 67 bilhões em relação ao mesmo mês do ano anterior, levando em consideração os ajustes sazonais. No mês passado, as exportações somaram US$ 19,8 bilhões, superando as importações, que alcançaram US$ 12,1 bilhões. Com o resultado final de maio, o saldo da balança comercial acumulou superávit de US$ 29,0 bilhões neste ano.
 
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