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Relatório Focus
Resumo Semanal
15 a 19/05/17

Crescimento

  • Após crescer na última semana, expectativas para o resultado do PIB em 2017 permanecem constantes em 0,50%;
  • Projeção para o PIB no próximo ano segue constante em crescimento de 2,50%;
  • Leve crescimento no resultado esperado para a indústria neste ano, de 1,25% para 1,30%;
  • Para 2018, resultado esperado para a indústria segue constante em 2,50%.

 

Inflação

  • Inflação esperada continua caindo, mesmo após acontecimentos políticos da última semana. Queda na projeção para este ano, de 3,93% para 3,92%;
  • Caem também expectativas para inflação no próximo ano, de 4,36% para 4,34%.

 

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros

  • Taxa de câmbio projetada ao fim de 2017 devolve a alta registrada na última semana, passando de R$/US$ 3,25 para R$/US$ 3,23;
  • Estabilidade na taxa de câmbio esperada para 2018. Projeção fica em R$/US$ 3,36;
  • Taxa Selic projetada pelo mercado para o fim deste ano e do próximo segue constante em 8,50%.

 

Notícias do Mercado

  • O setor de serviços apresentou queda de 2,3% em março, em comparação com o mês anterior e já com ajustes sazonais, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa é a pior queda registrada pelo setor desde o início da série, em 2012. O crescimento registrado em fevereiro em relação ao mês anterior foi de 0,4% (dado revisado de alta de 0,7%). A queda registrada nos últimos 12 meses completou 5%, e a retração acumulada no primeiro trimestre de 2017 foi de 4,6%. Em relação a março de 2016, a queda registrada foi de 5% no volume de serviços prestados. O volume de serviços prestados recuou em 13 das 27 unidades da federação na passagem de fevereiro para março. No mês, a alta mais forte foi registrada em Tocantins, de 24,9%; o pior resultado ocorreu em Roraima, que apresentou queda de 4,2%; 
  • A taxa de desemprego no Brasil atingiu 13,7% no primeiro trimestre 2017, resultado 2,8 pontos percentuais acima do observado no mesmo período de 2016, conforme divulgado pela Pnad Contínua trimestral do IBGE. As regiões Norte e Nordeste apresentaram os maiores crescimentos da taxa de desemprego no primeiro trimestre deste ano. A maior elevação verificada foi verificada na região Norte, cuja taxa de desemprego passou de 10,5% para 14,2%, na comparação interanual. Houve alta de 3,5 pontos percentuais na taxa de desemprego do Nordeste, que chegou a 16,3%. Essas duas regiões registraram quedas reais na massa de rendimentos, com redução de 3,5% no Norte e de 0,9% no Nordeste. O Sudeste, por sua vez, teve aumento de 2,8 p.p. em sua taxa de desemprego, que atingiu 14,2%, enquanto a massa de rendimentos recuou 1,0%. Já no Centro-Oeste e no Sul, apesar da piora da taxa de desemprego (atingiram 12,0% e 9,3% ante 9,7% e 7,4% no primeiro trimestre de 2016, respectivamente), a massa de rendimentos avançou 1,8% na região Sul e 2,2% na região Centro-Oeste;
  • O senado aprovou na última semana o Regime de Recuperação Fiscal dos Estados, com 56 votos favoráveis e 9 contrários. Os estados que aderirem ao regime deixarão de pagar as dívidas com a união por três anos em troca de uma série de medidas visando o ajuste das contas do estado.
 
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