Movimento Brasil Competitivo



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Relatório Focus
Resumo Semanal
02 a 05/05/17

Crescimento

  • Novo crescimento das projeções para o PIB deste ano. Resultado esperado em 2017 vai de 0,46% para 0,47%;
  • Segue estável em 2,50% projeção para o PIB em 2018;
  • Mercado projeta resultado da indústria maior neste ano, pela quarta semana consecutiva. Resultado esperado passa de 1,47% para 1,49%;
  • Para o próximo ano, projeção de resultado da indústria permanece constante em 2,50%.

 

Inflação

  • As expectativas para a inflação neste ano continuam em movimento de queda, e passam de 4,03% para 4,01%;
  • Após quatro semanas de queda nas projeções para a inflação ao fim de 2018, mercado sobe índice de 4,30% para 4,39%.

 

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros

  • Permanece constante a projeção para taxa de câmbio ao fim deste ano em R$/US$ 3,23;
  • Para o fim de 2018, a taxa de câmbio esperada é de R$/US$ 3,40;
  • Taxa Selic projetada pelo mercado para o fim deste ano e do próximo segue constante em 8,50%. A média projetada pelo mercado para ambos os períodos, entretanto, apresenta nova queda.

 

Notícias do Mercado

  • A produção industrial brasileira registrou queda de 1,8% em março, na comparação com o mês anterior (já ajustada sazonalmente), de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física (PIM-PF), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o pior resultado da indústria para março desde 2002, início da série histórica. O desempenho de fevereiro, antes registrado em 0,1%, foi revisado para estabilidade. Considerando os 12 meses encerrados em março, a produção industrial sofreu queda de 3,8%. No primeiro trimestre de 2017, a produção industrial aumentou 0,6% em relação aos mesmos três meses do ano anterior.  Em relação ao último semestre de 2016, a indústria registrou expansão de 0,71%;
  • De forma geral, a indústria extrativa cresceu 1,87% sobre o último trimestre de 2016, enquanto a indústria de transformação apresentou alta de 0,61% no período. Dentre as categorias e setores, a produção de bens de capital caiu 2,5% entre fevereiro e março, a de bens intermediários recuou 2,5%; a de bens duráveis despencou 8,5% e a de bens semi e não duráveis diminuiu 1,8%, números com ajuste sazonal. Em relação a março de 2016, a produção de bens de capital aumentou 4,5%, a de bens intermediários avançou 0,5%; a de bens duráveis cresceu 8,5% e a de bens semi e não duráveis caiu 0,5%. Dos 24 ramos analisados em março, o IBGE apontou queda na produção em 15 deles. 
 
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