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Relatório Focus
Resumo Semanal
24 a 28/04/17

Crescimento

  • Pela segunda semana consecutiva, mercado sobe as projeções para o PIB deste ano. Crescimento esperado vai de 0,43% para 0,46%;
  • Segue estável projeção para o PIB em 2018 em 2,50%;
  • Nova alta nas projeções para o resultado da indústria neste ano, de 1,36% de para 1,47%;
  • Para o próximo ano, projeção de resultado da indústria permanece constante em 2,50%.

 

Inflação

  • Leve queda nas expectativas para a inflação neste ano. IPCA projetado pelo mercado para 2017 fica em 4,03%;
  • Caem também as expectativas para a inflação no próximo ano, de 4,32% para 4,30%;
  • Média das expectativas do Grupo Top 5 para ao inflação no curto prazo sobe na margem, de 3,53% para 3,54%. Ainda assim, a inflação esperada pelo grupo para o próximo ano se mantém constante em 4,22%.

 

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros

  • Projeções para taxa de câmbio neste ano e no próximo não se alteram. A taxa de câmbio ao final de 2017 segue projetada em R$/US$ 3,23. Ao fim de 2018, taxa esperada é de R$/US$ 3,38;
  • Taxa Selic projetada pelo mercado para o fim deste ano e do próximo segue constante em 8,50%. A média projetada pelo mercado para ambos os períodos, entretanto, é menor.

 

Notícias do Mercado

  • Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego do Brasil aumentou para 13,7% no primeiro trimestre de 2017, na comparação com os 10,9% registrados no mesmo período de 2016. É a maior taxa de desemprego desde o início do levantamento, em 2012. No último trimestre do ano passado, o índice marcou 12%. O número de desempregados no país atingiu a marca de 14,2 milhões, um recorde segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. O aumento do desemprego ocorreu por causa das demissões e também por conta das novas pessoas que entraram no mercado de trabalho, mas não encontraram uma vaga.  A população na força de trabalho, ou economicamente ativa (PEA), cresceu em 1,395 milhão de pessoas (1,4%) ante o primeiro trimestre de 2016. Na comparação com o quarto trimestre daquele mesmo ano, o aumento foi de 519 mil (0,5%). Esse contingente que entrou na força de trabalho não encontrou emprego. Ao mesmo tempo, a população ocupada diminuiu em 1,692 milhão (-1,9%) para 88,9 milhões de pessoas, ante o trimestre inicial de 2016. Em relação à renda média real habitualmente recebida em todos os trabalhos (R$ 2.110), esta apresentou alta de 2,5% em relação ao primeiro trimestre do ano passado (R$ 2.059) e de 2,3% ante o último trimestre de 2016 (R$ 2.064);
  • O governo central, que reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central (BC), registrou em março déficit primário de R$ 11,061 bilhões, o pior para o mês desde o início da série histórica do Tesouro Nacional, em 1997. O déficit acumulado nos três primeiros meses de 2017 chegou a R$ 18,297 bilhões, também o pior desde o início da série histórica. Nos 12 meses encerrados em março, o déficit primário somou R$ 154,492 bilhões, o equivalente a -2,44% do Produto Interno Bruto (PIB) em valores já ajustados pela inflação. A meta fiscal para este ano é de R$ 139 bilhões de déficit primário do governo central.
 
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