Movimento Brasil Competitivo



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Glossário
Relatório Focus
Resumo Semanal
17 a 21/04/17

Crescimento

  • Movimento positivo nas projeções para a atividade econômica. Expectativas para o PIB neste ano passam de crescimento de 0,40% para 0,43%;
  • Estabilidade pela quinta semana consecutiva na projeção para o PIB em 2018. O crescimento seria de 2,50%;
  • Otimismo em relação a resultado da indústria neste ano. Expectativas vão de crescimento de 1,26% para 1,36% na produção;
  • Cresce também a projeção para o resultado da indústria no próximo ano, de 2,28% para 2,50%.

 

Inflação

  • Pela sétima semana consecutiva, mercado reduz expectativas de inflação para esse ano. Projeção passa de 4,06% para 4,04%;
  • Redução também na projeção de inflação para o próximo ano, que passa de 4,39% para 4,32%.

 

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros

  • Pela segunda semana, mercado não altera previsão para taxa de câmbio ao final deste ano, que permanece em R$/US$ 3,23;
  • Taxa de câmbio esperada ao fim de 2018, por sua vez, sofre redução de R$/US$ 3,40 para R$/US$ 3,38;
  • Taxa Selic esperada nos próximos dois anos fica constante em 8,50%.

 

Notícias do Mercado

  • Segundo a medição do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação desacelerou para 0,25% em março, após atingir 0,33% em fevereiro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a menor taxa para o mês desde 2012, quando foi de 0,21%. Em março de 2016, o IPCA aumentou 0,43%. A alta acumulada nos três primeiros meses de 2017 foi de 0,96%, o menor resultado para primeiro trimestre desde o início do Plano Real, em 1994. Nos 12 meses encerrados em março, houve alta de 4,57%, contra o acumulado de 4,76% em fevereiro. Em março, o grupo Habitação teve maior influência no IPCA, com elevação de 1,18%. O grupo foi influenciado pelo aumento na conta de energia elétrica, de 4,43%. Além da energia elétrica (4,43%), as despesas com habitação (1,18%) ficaram mais elevadas diante do aumento de 1,13% no preço do botijão de gás. O IPCA mede a inflação para as famílias com rendimentos mensais entre um e 40 salários mínimos, que vivem nas regiões metropolitanas de São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Vitória, Belém, Brasília, e nos municípios de Goiânia e Campo Grande;
  • O FMI (Fundo Monetário Internacional) manteve, em seu novo relatório, a estimativa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 0,2% neste ano. Para 2018, no entanto, a previsão divulgada nesta terça (18) é mais otimista do que anterior: expansão de 1,7% contra os 1,5% estimados em janeiro. O fundo destaca a necessidade de implementação de "ambiciosas reformas" que ataquem despesas "insustentáveis", como na seguridade social – que abarca Previdência, saúde e assistência social;
  • A Dívida Pública Federal (DPF) subiu 3,17% em termos nominais entre os meses de fevereiro e março, para R$ 3,234 trilhões. Pelas metas estabelecidas no Plano Anual de Financiamento (PAF), a DPF deve oscilar entre R$ 3,45 trilhões e R$ 3,65 trilhões. O percentual vincendo da dívida interna em 12 meses ficou em 16,46%, contra 15,47% em fevereiro. O prazo médio da dívida interna fechou março em 4,43 anos, ante 4,52 anos no mês anterior. Segundo a metodologia "Average Term to Maturity", que permite melhor comparabilidade do Brasil com outros países, a vida média da dívida pública federal passou de 6,4 anos em fevereiro para 6,3 anos em março.
 
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