 |
| • 27/07/2010 |
 |
| |
| Energia como base de desenvolvimento e competitividade |
|
• notícias
“Redes Inteligentes: desenvolvimento, regulação e competitividade no Brasil” foi o tema abordado durante o segundo painel do Congresso Internacional Brasil Competitivo (CIBC), realizado nesta terça-feira em São Paulo. Em sua oitava edição, o evento coloca em debate assuntos relacionados a inovação e ao empreendedorismo. Representantes de renomadas empresas de energia falaram sobre os impactos das redes inteligentes e da cadeia de negócios.
“Acreditamos que os próximos 20 anos trarão transformações determinantes para o setor. Temos que motivar a inovação”, explicou o executivo de consultoria para Energia e Utilidades da IBM, Dario Soares de Almeida. Segundo ele, o Brasil deve aprender com o que já existe e construir um modelo próprio de redes tecnológicas no Brasil. “O mundo está cada vez mais estruturado e inteligente, viabilizando os programas de smart grid. A energia é infraestrutura básica de desenvolvimento e competitividade”, finalizou sua participação.
O gerente de Inovação Tecnológica da CPFL Energia, Helder Pires Bufarah, discorreu sobre a necessidade do mercado em atender demandas futuras de forma sustentável, com utilização de matérias-primas renováveis. Bufarah destacou os principais benefícios do smart grid: qualidade de energia, confiabilidade do sistema e eficiência operacional. Além de citar projetos de pesquisa e desenvolvimento sustentável, ele falou sobre a elaboração de cenários prospectivos para o setor no país.
Fernando Rodrigues, gerente de Desenvolvimento de Negociações em smart grid da GE Energy, deu um panorama dos investimentos e projetos de referência do setor. A partir do fator da crescente e acelerada urbanização no mundo, Rodrigues explicou o dilema da prosperidade e sustentabilidade entre as empresas de energia. “Temos que nos preparar com políticas públicas equilibradas para o aumento da competitividade”.
De acordo com Rodrigues, as soluções se baseiam na eficiência energética, controle em tempo real do sistema energético e autonomia dos consumidores. Ele defende o desenvolvimento de uma rede inteligente capaz de coordenar a geração de distribuição, armazenamento e transmissão de energia.
Fonte: Imprensa MBC
|